Salada de lentilha

27.12.13

Ufa. Está aí o último complemento do cordeiro marroquino. Desculpem-me pela demora, mas este fim de ano foi super corrido. Não me lembro de um Natal (e um pré-Natal) tão atolado!

Bom... voltando à salada! Ela é deliciosa. Com ou sem cordeiro.

Salada de abobrinha

26.12.13

Fiz esta salada para acompanhar o tal cordeiro marroquino maravilhoso! E não é que gamei?

Então é Natal

24.12.13

O Natal chegou! Minha data favorita do ano todo!!!!

Tão bom ficar com a família. Tão bom comer até não poder mais. Tão bom jiboiar no dia seguinte.

Nesta data, adoro passar o dia à toa. Vendo filmes. Jogada no sofá. Mas, desde que cresci, tenho assumido responsabilidades na cozinha, por vontade própria. Afinal, não é segredo pra ninguém que amo cozinhar.

Salada de cuscuz marroquino

23.12.13

Prometi e estou cumprindo. Segue o primeiro acompanhamento do cordeiro top da semana passada! Serve seis pessoas.

Um balanço realista

23.12.13

Eu sei que 2013 ainda não terminou. Falta pouco, mas ainda temos que nos aturar por mais alguns dias. Digo aturar porque nossa convivência não foi nada fácil. Em alguns momentos, foi intolerável.

Tudo bem. Não sou criança. Sei que os relacionamentos são feitos de altos e baixos. Todos relacionamentos. Mas os baixos foram muito baixos. Ou talvez os altos não tenham sido assim tão altos (com exceção de um pico do Everest, o nascimento da minha afilhada).

Cordeiro marroquino

18.12.13

Foi assim. Eu queria fazer um jantar de fim de ano bem especial para um grupo de amigas incríveis! E quase arranquei os cabelos tentando pensar em algo que as deixasse maravilhadas (como é duro agradar gente com bom gosto!).

Sofri. Sofri. Sofri. Até que encontrei essa receita de cordeiro da Rita Lobo. Fiquei feliz com o achado, até ouvir de uma das convidadas: cordeiro? Ai, que corajosa! Acho tão difícil! Bastou para que tremesse nas bases. Mas aí não tive ideia melhor e resolvi encarar.

Relacionamento em crise ou fim da linha?

9.12.13

Não anda nada fácil. Nada. Sinto os dias se arrastando. Como se estivesse presa em um sono letárgico. Enquanto as coisas desmoronam bem lentamente, busco saídas, meio tonta, meio perdida.

Para os outros, finjo que vai tudo bem. Mas a verdade é que não vejo luz no fim do túnel... e isso é desesperador.

Heróis de carne e osso

6.12.13

O meu lance com a Nigella foi amor à primeira vista. Apaixonei-me instantaneamente pela comida dela. Fácil, com muita coisa pré-pronta e calórica. O tipo de comida que gosto de botar pra dentro quando chego em casa. O tipo de comida que me inspira a ir pra cozinha. O tipo de comida que dá gosto preparar para aquela reuniãozinha só das amigas.

Nada contra as comidas saudáveis. Particularmente, adoro o Ottolenghi e outros chefs naturebas! Mas é meio fora da casinha não cozinhar nada de gordo (meio triste até).

Cookie Triplo de Chocolate

26.11.13

Minha mãe quer que eu case.

É verdade. Ela quer. Eu também (que fique claro).

Confissões à parte (e por acaso alguém ainda não sabia desse meu sonho?), eu quis trazer à tona, na verdade, a história do filme que leva esse nome. Bobinho, eu sei. Mas romântico e fofo como nós mulheres adoramos. História de amor misturada com paixão pela cozinha. Tem como ficar melhor? A melhor parte é quando a "solteirona" decide assar uma fornada de cookies antes de sair para o primeiro encontro com um cara.

Bolo de cenoura basicão

23.11.13

Eu estava inspirada. Animada com a noite que se aproximava, cheia de boas promessas. E foi melhor do que eu imaginava.

Mas a gente já sabe dessas coisas. Não precisa de confirmação. No meu caso, é só analisar meu grau de empolgação na cozinha. Se for alto, sinal de coisa boa. Muito boa.

Torta de alho caramelizado

16.11.13

É assim. Um belo dia você, despretensiosamente, prova um prato. Escolheu ele entre dezenas. Centenas. E aí você se apaixona. Que comida! A melhor comida da sua vida!

Começa como um lance. Depois, vira romance. E termina como amor. E você nunca mais consegue de parar de pensar nele. Quer repeteco. Quer que ele vire rotina e faça parte do seu dia a dia. Para todo o sempre. Vocês são um casal perfeito. Perfeito. Dá até raiva.

Até que, um belo dia, também despretensiosamente, você prova outro prato. E aí o bicho pega.

Sopa de ossobuco com cogumelos

11.11.13

Não sei se já falei aqui, mas detesto sopa. Quer dizer, detestar é uma palavra muito forte. Eu não curto sopa. Não rola. Afinidade zero. Sabe quando duas pessoas não se entendem? Quando a energia não flui? Pois é. É bem assim nossa relação (ou falta de).

Para mim, ela tem cara de comida de doente (e confesso que ela deve me achar uma tremenda de uma sem noção). Mas, graças ao Deus da sopa (ou a quem inventou o prato), há exceções.

Salada de abacate e camarão

3.11.13

Sempre tive birra com abacate. Quer dizer. Comecei a ter depois que meu pai passou a me dar vitamina de abacate pelas manhãs. Eu detestava. Muito. Desde o primeiro dia em que provei.

Ele não acreditava. Não ligava para os meus sentimentos (com relação à vitamina de abacate, que fique claro). Até o dia em que eu vomitei toda a vitamina bem ali, na cara dele. Desse dia em diante, nunca mais fui obrigada a tomá-la. Anos e anos se passaram e o abacate permaneceu riscado da minha lista alimentar. Até o dia em que conheci a comida mexicana.

O clássico frango ao curry

31.10.13

Tinha tanto tempo que eu não sentia o cheiro de curry pela casa... Praticamente uma eternidade!

Não sei por que deixei passar tanto tempo. Afinal, ele perfuma a cozinha como poucos (o melhor cheiro, para sempre imbatível, é o de cookies recém-assados. Em segundo lugar, vem o cheiro de cebola e bacon refogados).

Preguiça? Não. Muito trabalho? Nada. Acho que estava ocupada testando outro tipo de receitas, umas bem engordativas, cheias de cremes e caldas. Sabe como é, né?

Viva a comida brasileira!

30.10.13

Eu adoro viajar para o exterior. Principalmente, para os Estados Unidos e a Europa. Adoro não só pela oportunidade de conhecer coisas novas, passear, mergulhar fundo em uma cultura diferente, mas também por poder experimentar novas comidas e ingredientes fabulosos (na verdade, este é o motivo que mais pesa à hora de viajar. Juro).

Niçoise moderninha

29.10.13

Confesso. Estou me sentindo enganada. Não pela receita. Não. Pelo cara da peixaria. Rodei para achar posta de atum. Quando encontrei, o preço do quilo era exorbitante. Ainda assim, comprei. Afinal, precisava testar a receita. Quer dizer, preciso cuidar daquilo que como. Saúde, saúde, saúde.

Assim que ele me entregou a posta, achei escura demais. Ele disse que "atum é assim mesmo". Peguei com cara de desconfiada e fui para o caixa. Só que ao ver meu prato pronto, fiquei brava. Meu atum não estava clarinho como o da foto! E jamais poderia ter ficado... Acho que me venderam atum pouco fresco. Quer dizer, tenho certeza.

De volta e a ponto de bala

28.10.13

Nem parece, mas já se passaram 15 dias! Minhas lindas férias, tão sonhadas, tão aguardadas, foram-se (prometo depois postar dicas de Roma e Madri)!

Confesso que, apesar do descanso (merecido), sinto uma preguiça avassaladora de voltar para o trabalho. Meu corpo está tomado de uma lerdeza acachapante (talvez a culpa não seja do emprego, mas dos quilos a mais por conta das pastas e paellas. Rs!)... Eu sei. Pura picaretagem (menos a parte dos quilos a mais. Sério. Vergonhoso. Vou até ter que malhar. Hunf!).

Pão de manjericão

10.10.13

A receita de hoje é um exemplo de como a cozinha nos aproxima de quem amamos. De como nos traz felicidade. De como cria laços íntimos e duradouros. Quando digo que a cozinha tem o poder mágico de nos fazer melhores, não falo à toa. Eu ainda nem provei esse pão, mas posso dizer que ele é, no mínimo, especial.

Naked cake com frutas vermelhas

7.10.13

Meu último post trazia uma foto maravilhosa do bolo mais lindo dos últimos tempos (quem ainda não viu, clica aqui)! Agora, preparem-se para uma versão bem menos bonita do que a original, mas, seguramente, tão gostosa quanto! É que rolaram vários percalços durante a execução da receita...

É hoje!

4.10.13

Tem meses que eu namoro os naked cakes.

Quer coisa mais linda do que um bolo de verdade? Daquele que se mostra inteiro e dá a cara a tapa? Não quero ofender ninguém e sei que hoje isso é quase uma exigência dos bufês (e não um pedido da noiva), mas eu tenho pavor daquela maquete de bolo nos casamentos! De que adianta colocar aquela "obra-prima" na mesa? Só para garantir a foto? Então o que vale é o que a coisa parece ser, não o que ela é?

Espaguete com camarões

3.10.13

Quer fazer uma pessoa feliz? Dê a ela camarão.

Cozido no bafo, assado com ervas, frito no alho, perdido no meio de um escondidinho indecente... Ah! De salivar! Com um ingrediente tão sensacional, que receita não fica incrivelmente boa? Sei que também falo isso a respeito do cogumelo e da berinjela. Mas é a pura verdade. Eles são especiais. Es-pe-ci-ais. E o camarão definitivamente faz parte dessa lista vip.

Por uma vida menos gourmet

1.10.13

Eu adoro cozinhar. Acho que todos vocês já perceberam isso, né? :) E adoro cozinhar de tudo: doces, salgados, pães, bolos... Quer dizer, desde que seja uma receita executável.

A coisa que mais me tira do sério na cozinha são aqueles pratos tão difíceis de executar que só o Senhor Miyagi da culinária, em dia de sorte, dá conta de fazer. Quer dizer, até então.

Acabei de descobrir que tem uma coisa no mundo gastronômico que me irrita mais do que um prato complicado. É a tal da comida gourmet.

O luto e o que ele traz de lição

25.9.13

Uma das coisas mais difíceis da vida adulta é conviver com a morte. Saber que as pessoas próximas, que enchem sua vida de brilho, uma hora vão partir é duro demais. Mas é uma realidade, um fato. É o tipo de coisa que sabemos que, mais dia, menos dia, vai acontecer. O pior é que a gente nunca parece conseguir processar a perda de uma pessoa querida.

Não importa se ela passou anos lutando contra um câncer ou se morreu de repente. A despedida é igualmente dolorosa, dolorosa demais. Meu trauma em relação ao tema vem desde a primeira vez em que perdi minha avó, a primeira pessoa da família que eu vi partir. Saber que ela nunca mais me daria um abraço, um beijo ou um conselho foi algo mortal. Saber que nunca mais coçaria seu braço, um carinho íntimo, só nosso, deixou uma rachadura no meu coração. Que dura até hoje.

Bolo de limão galego e sementes de papoula

23.9.13

O João Gil havia me prometido limões. Mas não limões quaisquer. Limões da roça dele. Limões galegos.

Pensa em uma pessoa feliz!

Limão já é lindo. Imagina então quando é laranjinha, em tamanho baby e perfumado como flor!

Tê-los em casa foi um prazer. Eram muitos, mas duraram pouco. Rolou suco, caipirinha e bolo. Um bolo delicioso, diga-se de passagem. Pena que a cozinheira aqui, ensandecida por limones, colocou mais suco do que o pedido e "estragou" a receita.

Homus de manjericão

18.9.13

Ainda que eu adore cozinhar e provar novos pratos, também sou louca por coisas prontas "bem feitas". Quando digo prontas, quero dizer coisas que não me deram trabalho algum. Ou seja, algo que se come em restaurante, que alguém preparou para mim ou que se compra pronto (o que eu nunca faço, a não ser no caso de comida japonesa). E quando digo "bem feitas", entre aspas, quero dizer algo gostoso, rico, mas que não é necessariamente bem feito no sentido politicamente correto do termo (afinal, tem muita comida calórica e cheia de aditivo que pode ser considerada um bomba viva, nada bem feita, mas que com certeza amolece meu coração e acalma meu estômago).

E tem uma porcaria que me tira do sério. O dippas de frechn onion do Doritos. Sério. Toda vez que vejo esse minipote verde, tenho vontade de beijá-lo. E também de sair correndo. Afinal, se, toda vez que o vir, eu ceder ao impulso, ferrou. Vou virar uma bola de banha ambulante.

Sou tão obcecada com esse treco que poderia comê-lo no café da manhã, no almoço e no jantar. Ah, e nos lanches entre as refeições também. Poderia, literalmente, viver desse dip. E de farofa, claro.

Por isso, vivo atrás de receitas de patês ou pastas que sejam mais saudáveis e me mantenham por mais tempo longe do meu vício.

Omelete de maçã

16.9.13

Dia desses, comprei um saco de maçãs no supermercado, daqueles que já trazem as frutas selecionadas. É que as avulsas estavam terríveis: feias, machucadas, murchas... Sem me dar conta, acabei criando um problema. Como devorar todas aquelas maçãs antes que apodrecessem? Haja boca (e estômago) pra tanta fruta!

A primeira coisa que fiz foi, naturalmente, incluir a maçã na minha dieta diária. Sem chance de alternar entre uma fruta e outra. Como vi que não seria suficiente, parti para uma segunda estratégia: aproveitar a maçã em receitas.

Bolo de limão, mirtilo e cream cheese

12.9.13

Quando encontrei esta receita na internet (não sei o que seria de mim ou da minha cozinha sem o Pinterest), achei que fosse preparar um pão. Pelo menos, é o que garantia o título da receita.

Mas, quando saí em busca dos ingredientes, vi que aquele era um pão muito louco. Um pão com cara de bolo. Cara de bolo bom. Bom, diga-se de passagem, porque leva limão.

Sei que parece insano gostar de uma receita só porque ela leva limão, mas, fazer o quê? Nunca fui muito normal mesmo.

A cozinha é o meu termômetro

10.9.13

Eu sei que as coisas vão mal quando sequer tenho pique para ir pra cozinha, quando não me animo nem para lavar louça.

Quando fico bem baixo astral, nem minha maior paixão dá jeito. E se nem a cozinha resolve, meu irmão, pode saber que o caos está instalado.

Ultimamente, ando assim, desanimada. Os dias passam e nem sinal de algum borogodó.

Pior é que está assim na vida profissional e na pessoal.

O melhor bolo de chocolate da história: só que não

8.9.13

Eu sei que o título diz que este é o melhor bolo de chocolate da história. Mas, gente, não é por nada. Acho que nunca vou ter coragem de pôr um fim na minha busca pelo bolo de chocolate perfeito.

Não que ele não exista. E não que eu ainda não tenho provado deliciosos bolos de chocolate.

É que bolo de chocolate é tão bom que não vale a pena parar de procurar.

Granola de Cacau e Chocolate

3.9.13

Gente, pára tudo! Estou ficando impossível! Impossível na cozinha!

É que, agora, não me satisfaço apenas com cozinhar coisas "normais". Agora eu parti para novos desafios. Adentrei rumos nunca dante desbravados. Sinto-me uma colonizadora gastronômica.

É óbvio que, para qualquer pessoa boa de cozinha, eu não passo de uma picareta. Ou de uma iniciante empolgada.

Mas, para mim, eu sou legal. Sou massa. E ando merecendo uma estrelinha.

Bolinho de Milho e Bacon

2.9.13

Volta e meia me pego pensando em uma entradinha diferente para servir nos jantares que faço. Ou então para levar de petisco para a casa de alguma amiga. Ou até para acalmar meu estômago ávido por novidades.

E, na maior parte das vezes, acho coisas ou muito simples (nada contra a simplicidade! Uma das minhas entradas favoritas é a versão palito da salada caprese. Mas tem dia em que o corpo pede algo com mais sustância, digamos) ou muito elaboradas (e já deu para perceber como detesto gastar horas na cozinha para preparar uma só coisa).

Carbonara perfeito

29.8.13

Queridos, hoje quem vos escreve é uma cozinheira desesperada. Desesperada pela receita perfeita de carbonara.

Há anos faço essa massa em casa. E, cada vez, testo uma versão nova. No entanto, ainda não achei A receita, sabe?

Frustante as hell!

Geleia de morango

27.8.13

Poucas coisas me dão mais prazer do que fazer minha própria comida. Bom, tem uma coisa mais prazerosa: fazer minha própria comida e ver que ela ficou deliciosa! Hum...

Nem sempre isso acontece, é verdade. Já andei choramingando aqui sobre isso... Mas, voltando ao assunto! Nada mais gostoso do que preparar um prato, comprar os ingredientes, colocar uma receita pra funcionar.

Mas acabo de descobrir que há comidas e comidas, prazeres e prazeres.

Romeu e Julieta

22.8.13

Não estou aqui para falar daquele amor puro, avassalador, maior do que qualquer rixa entre dois adolescentes shakespearianos. Aquele amor que atravessa os séculos e continua imbatível - ainda que seria ótimo falar disso. Ótimo porque, quem sabe, traria à tona meu lado Poliana, que anda bem abatido.

Também não estou aqui para falar do amor de Daniela Mercury por outra mulher. Elas, com certeza, sabem bem o que fazem (e têm todo o direito do mundo de serem felizes).

Estou aqui para falar de um amor que nasceu na cozinha, entre dois ingredientes até então sem fama e que mudou o rumo das sobremesas no Brasil.

A história de amor do queijo com a goiabada.

Minha casa, minha vida

21.8.13

Muita gente já viu pelo meu facebook.

Mas vou usar meu blog para fazer propaganda. De novo.

Lambança

20.8.13

Tem horas em que dá vontade de sentar e chorar. Não digo desistir, porque aí também é muito radical. Afinal de contas, estou falando de algo que é mais do que um sonho. Estou falando de uma obsessão. Mas minha falta de profissionalismo me irrita. É impressionante como faço pratos feios e cometo erros básicos. Até hoje.

Isso tem me tirado do sé-rio. Tem horas em que acho que é um sinal de que devo abandonar a cozinha. Sente só.

Pão de abóbora para impressionar

15.8.13

Daqui a pouco vocês vão achar que alguém está me pagando para falar bem da abóbora. Mas não. Simplesmente rolou uma coincidência. Ao ver aquela torta de abóbora exótica, tive que experimentá-la. Tenho certeza de que vocês me entendem. E depois veio esse pão de abóbora, que mais parece um bolo, com uma cobertura de cream cheese.

O mais legal desta receita é que, apesar de se tratar de um pão, você não precisa sovar a massa e nem esperá-la crescer. Você usa apenas a batedeira. E pronto.

La Chaumière

13.8.13

Puf! Morri. Morri e fui parar no céu. No céu culinário. Tudo culpa do La Chaumière. Por que você foi entrar na minha vida?

Agora, acabou. Não terei mais sossego enquanto estiver viva. Para mim, era só mais um jantar. Sabe? Aquela coisa de só mais uma refeição legal. Mas não...

Brusqueta desconstruída

11.8.13

Na hora de receber amigos em casa, sempre fico indecisa quanto ao que servir. É o mesmo dilema, over and over. Que prato é, ao mesmo tempo, prático e cheio de sabor? Lembrando que detesto gastar horas na cozinha.

Confesso que não é tarefa difícil. Hoje, na internet, é possível encontrar rapidamente dicas nesse sentido. Tem muita sugestão boa por aí. O problema é você testar a receita bem no dia do evento. E se a coisa desandar?

Por isso, acabo repetindo pratos de sucesso garantido. Até que me canso das velhas receitas e arrisco algo novo (que não pareça de execução complexa e gosto duvidoso).

Torta de abóbora para adultos

6.8.13

Não. Ela não é feita com ingredientes afrodisíacos. Muito menos seu formato é fálico. Que mente poluída, hein? Eu só quis dizer que ela não tem um sabor infantil. Sabe como é? Não poderia ser servida em festa de criança. Algo desse tipo.

Mas aguenta aí. Quero contar a história desde o começo.

Diversão mexicana

5.8.13

Acho que foi por causa do boxe. Depois que comecei a socar o professor duas vezes por semana, passei a curtir essa coisa de luta. Na verdade, sempre fui tomboy ou Maria-tomba-homem, segundo o Wikipédia (Choquei. Confesso que nunca ouvi esse termo antes. Credo. Maria-tomba-homem soa horrível).

Sempre peitei meninos e meninas, passei a infância disputando espaço e poder na escola e na rua e adoro comandar qualquer grupo de qualquer coisa. Eu sei. É feio. Mas eu sou assim (tudo bem. Dei uma amenizada nesse lado selvagem, mas ainda sou chegada a uma liderançazinha).

Com certeza, foi esse amor recente pelas lutas que me influenciou a reservar espaço na agenda, durante a visita à Cidade do México, para assistir à lucha libre, uma forma de wrestling profissional.

A saborosa e perigosa comida mexicana

1.8.13

Quem me conhece bem sabe que meu restaurante favorito da cidade é o El Paso Texas, de comida mexicana (hoje rolam uns pratos peruanos também). Gosto tanto que já cheguei a frequentá-lo três vezes por semana. Como se fosse a casa da minha mãe e eu estivesse passando lá para filar uma boia.

Os garçons me conhecem. Sabem em que parte do restaurante me sento. Sabem de memória o que bebo (mojito, ontem, hoje e sempre!). E não se esquecem de que gosto mesmo de atacar o bufê (para isso, já têm preparado aqueles potinhos brancos para que eu coloque meu cativo sour cream e o guacamole imperdível). Se não for dia de coma-até-explodir (a la Dona Redonda, de Saramandaia), também se recordam do prato que costumo pedir. Enfim, atitudes típicas de uma viciada previsível.

Imaginem só a minha empolgação a chegar ao México, lar dos meus pratos favoritos! A chance de experimentar in loco todas as maravilhas que tão bem fazem ao meu estômago! É claro que não perdi tempo.

Furadas do DF

31.7.13

Como em todo lugar, o DF também tem programas turísticos furados. Alguns furadérrimos. Mas como a gente só descobre depois de pagar a entrada... Já Elvis!

Caso queira economizar alguns pesos e usar seu tempo para outros programas, aproveite as dicas! Mas, lembre-se: meus comentários estão direta e absolutamente ligados ao meu jeito, aos meus gostos, à minha personalidade. Pode ser que você adore certas coisas que eu não curto. Aí, vale seguir a intuição!

O DF é muito bom

29.7.13

Agora que já falei sobre os programas imperdíveis para quem visita a capital do México, chegou a vez dos muito bons. É, estou falando daqueles passeios que são uma delícia, ainda que não causem uma combustão interna. Se tempo não é um problema, caia de cabeça na lista a seguir.

Como boa representante do sexo feminino, vou começar pelas compras. Aêêê!

O lado imperdível do DF

28.7.13

O mundo é mesmo incrível. Tão grande e, ainda assim, nenhum lugar é igual a outro. Como pode? É coisa de Deus mesmo. Cada cantinho tem um jeito diferente, uma especificidade, algo que nos chama a atenção (para o bem ou para o mal, é bem verdade. Afinal, também existe afinidade quando o assunto é destino turístico).

Eu tenho a sorte de ter podido conhecer alguns locais bem especiais. Um luxo, em grande parte, proporcionado pelos meus pais, sempre muito generosos. Mais recentemente, rodo o mundo graças ao meu trabalho, ao meu esforço. É um prêmio que me dou, por bom comportamento (rs). Seja como for, sempre valorizei muito cada viagem. Cada oportunidade. Cada novidade. Cada surpresa.

Não foi diferente com a Cidade do México. Quer dizer, foi. Foi bem diferente. Quem leu meu último texto sabe do que estou falando. O México nunca vai ser igual a nenhum outro destino para mim. Foi, definitivamente, o mais sonhado. E, estranhamente, o sonho turístico que mais demorei a concretizar.

A viagem foi maravilhosa. Maravilhosa. Mas teve um lado negativo.

Minha segunda obsessão

19.7.13

Quer coisa mais gostosa do que conhecer o mundo? Imagina só. Viver novas culturas, mergulhar em realidades totalmente diferentes da sua, provar pratos exóticos...

É por isso que eu amo viajar! É como se, ao sair de casa, você saísse também do seu mundinho, da sua rotina, dos seus problemas, e colocasse tudo em perspectiva. Não que a situação em que me encontro seja negativa. Nada disso. Mas é muito bom poder contemplar a realidade a distância e ver que as coisas não são tão ruins quanto se pensa. Ou então que tem muita coisa que vai bem do lado de cá.

E eu curto todas as etapas da viagem. O antes, o durante e o depois.

Japa improvisado

18.7.13

Taí uma coisa que eu gostaria de saber fazer: comida japonesa. Ô trem gostoso!

O problema é que eu acho tudo muito complexo. Saber comprar o peixe exige muito conhecimento. Você praticamente precisa fazer um doutorado sobre o assunto. Cortá-lo então... Credo! Basicamente, é preciso nascer no Japão!

Aquela comida delicada não tem nada de simples. Quer dizer, olhando assim, de perto, antes dela mergulhar garganta abaixo e ser envolvida por um suco gástrico faminto, parece simples.

Bolo mármore

16.7.13

Ele é lindo. Cheiroso. Macio que só. E vem recheado de pequenas surpresas que garantem uma explosão de prazer a cada mordida.

Estou falando da minha receita favorita de bolo mármore - ou bolo preto e branco, para os mais íntimos.

Claro que isso não significa que você tem que gostar da minha versão (aqui, um parênteses. Quando digo 'minha versão', na verdade, quero dizer 'aquela que testei e que mais me agradou e por isso virou a receita oficial daqui de casa quando o assunto é bolo mármore' - e não 'minha versão' no sentido de que fui eu que inventei. Esse tema, aliás, rende uma crônica. Mas fica pra depois).

Limpando cogumelos

15.7.13

Hoje cedo eu recebi um puxão de orelha por causa da receita dos cogumelos! Aiiiiiiii...

Quando vi a bronca se aproximando, me encolhi todinha. Em posição de guerra, bradei: manda!!!

Enquanto me agachava na cadeira, na fração de segundo que antecedeu a queixa, imaginei mil possibilidades. Mas rapidamente me convenci de que o motivo só podia ser minha decisão de postar, logo de cara, com tão pouco tempo de blog, uma receita tão saliente, tão saidinha. "Mariana, o que vão pensar de você? Com um post desses, sobre cogumelos afrodisíacos, é óbvio que você vai sair na foto como moça nada séria." O que veio a seguir me mostrou que ando um pouco paranoica (confesso que já estou acostumada às percepções distorcidas de quem sou, em parte graças ao meu jeito, mas culpa também do que sai no Perdeu, Playboy).

História de amor

12.7.13

Oi. Meu nome é Mariana e esta é a minha história de amor.

Nos conhecemos há seis meses. É. Você tem razão. É mesmo pouco tempo. Ainda mais para chamá-la assim, de um jeito tão oficial: ‘minha história de amor’. Mas, fazer o quê? É assim que me sinto.

O mais curioso é que, muito antes desse período de convivência, já estava completamente apaixonada. E olha que, no início, a distância entre nós era abismal. Acredite. Quando digo abismal, quero dizer a-bis-mal.
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