Furadas do DF

31.7.13

Como em todo lugar, o DF também tem programas turísticos furados. Alguns furadérrimos. Mas como a gente só descobre depois de pagar a entrada... Já Elvis!

Caso queira economizar alguns pesos e usar seu tempo para outros programas, aproveite as dicas! Mas, lembre-se: meus comentários estão direta e absolutamente ligados ao meu jeito, aos meus gostos, à minha personalidade. Pode ser que você adore certas coisas que eu não curto. Aí, vale seguir a intuição!

O DF é muito bom

29.7.13

Agora que já falei sobre os programas imperdíveis para quem visita a capital do México, chegou a vez dos muito bons. É, estou falando daqueles passeios que são uma delícia, ainda que não causem uma combustão interna. Se tempo não é um problema, caia de cabeça na lista a seguir.

Como boa representante do sexo feminino, vou começar pelas compras. Aêêê!

O lado imperdível do DF

28.7.13

O mundo é mesmo incrível. Tão grande e, ainda assim, nenhum lugar é igual a outro. Como pode? É coisa de Deus mesmo. Cada cantinho tem um jeito diferente, uma especificidade, algo que nos chama a atenção (para o bem ou para o mal, é bem verdade. Afinal, também existe afinidade quando o assunto é destino turístico).

Eu tenho a sorte de ter podido conhecer alguns locais bem especiais. Um luxo, em grande parte, proporcionado pelos meus pais, sempre muito generosos. Mais recentemente, rodo o mundo graças ao meu trabalho, ao meu esforço. É um prêmio que me dou, por bom comportamento (rs). Seja como for, sempre valorizei muito cada viagem. Cada oportunidade. Cada novidade. Cada surpresa.

Não foi diferente com a Cidade do México. Quer dizer, foi. Foi bem diferente. Quem leu meu último texto sabe do que estou falando. O México nunca vai ser igual a nenhum outro destino para mim. Foi, definitivamente, o mais sonhado. E, estranhamente, o sonho turístico que mais demorei a concretizar.

A viagem foi maravilhosa. Maravilhosa. Mas teve um lado negativo.

Minha segunda obsessão

19.7.13

Quer coisa mais gostosa do que conhecer o mundo? Imagina só. Viver novas culturas, mergulhar em realidades totalmente diferentes da sua, provar pratos exóticos...

É por isso que eu amo viajar! É como se, ao sair de casa, você saísse também do seu mundinho, da sua rotina, dos seus problemas, e colocasse tudo em perspectiva. Não que a situação em que me encontro seja negativa. Nada disso. Mas é muito bom poder contemplar a realidade a distância e ver que as coisas não são tão ruins quanto se pensa. Ou então que tem muita coisa que vai bem do lado de cá.

E eu curto todas as etapas da viagem. O antes, o durante e o depois.

Japa improvisado

18.7.13

Taí uma coisa que eu gostaria de saber fazer: comida japonesa. Ô trem gostoso!

O problema é que eu acho tudo muito complexo. Saber comprar o peixe exige muito conhecimento. Você praticamente precisa fazer um doutorado sobre o assunto. Cortá-lo então... Credo! Basicamente, é preciso nascer no Japão!

Aquela comida delicada não tem nada de simples. Quer dizer, olhando assim, de perto, antes dela mergulhar garganta abaixo e ser envolvida por um suco gástrico faminto, parece simples.

Bolo mármore

16.7.13

Ele é lindo. Cheiroso. Macio que só. E vem recheado de pequenas surpresas que garantem uma explosão de prazer a cada mordida.

Estou falando da minha receita favorita de bolo mármore - ou bolo preto e branco, para os mais íntimos.

Claro que isso não significa que você tem que gostar da minha versão (aqui, um parênteses. Quando digo 'minha versão', na verdade, quero dizer 'aquela que testei e que mais me agradou e por isso virou a receita oficial daqui de casa quando o assunto é bolo mármore' - e não 'minha versão' no sentido de que fui eu que inventei. Esse tema, aliás, rende uma crônica. Mas fica pra depois).

Limpando cogumelos

15.7.13

Hoje cedo eu recebi um puxão de orelha por causa da receita dos cogumelos! Aiiiiiiii...

Quando vi a bronca se aproximando, me encolhi todinha. Em posição de guerra, bradei: manda!!!

Enquanto me agachava na cadeira, na fração de segundo que antecedeu a queixa, imaginei mil possibilidades. Mas rapidamente me convenci de que o motivo só podia ser minha decisão de postar, logo de cara, com tão pouco tempo de blog, uma receita tão saliente, tão saidinha. "Mariana, o que vão pensar de você? Com um post desses, sobre cogumelos afrodisíacos, é óbvio que você vai sair na foto como moça nada séria." O que veio a seguir me mostrou que ando um pouco paranoica (confesso que já estou acostumada às percepções distorcidas de quem sou, em parte graças ao meu jeito, mas culpa também do que sai no Perdeu, Playboy).

História de amor

12.7.13

Oi. Meu nome é Mariana e esta é a minha história de amor.

Nos conhecemos há seis meses. É. Você tem razão. É mesmo pouco tempo. Ainda mais para chamá-la assim, de um jeito tão oficial: ‘minha história de amor’. Mas, fazer o quê? É assim que me sinto.

O mais curioso é que, muito antes desse período de convivência, já estava completamente apaixonada. E olha que, no início, a distância entre nós era abismal. Acredite. Quando digo abismal, quero dizer a-bis-mal.

Rubaiyat

11.7.13

Não foi amor à primeira vista. Quer dizer, os olhos se apaixonaram, mas o estômago, não. Enquanto todo mundo enchia a boca para elogiar a comida, eu gostei mesmo foi da figueira secular que abraça o salão do restaurante. Isso em São Paulo, onde conheci pela primeira vez o Rubaiyat. Fui duas vezes, incentivada pelas companhias. Mas, nos dois momentos, saí com a mesma impressão. A feijoada estava ok e o outro prato foi tão insignificante que nem me lembro se se tratava de carne, peixe ou massa.

Mas minha opinião mudou radicalmente ontem, após visitar a unidade do Baby Beef Rubaiyat em Brasília.

Quibe assado

9.7.13

Eu sei que o quibe é um prato típico do Oriente Médio. Mas, honestamente, parece que foi inventado no Brasil. Como negar que ele se encaixa perfeitamente na lista de salgadinhos obrigatórios servidos nas festas de criança, ao lado de coxinhas, empadas e rissoles? Como fingir que ele não é um dos destaques da nossa chamada comida de boteco? Impossível esquecer que ele desce mais do que redondo com uma cerveja bem gelada, que, convenhamos, também é a cara do Brasil! E é bom lembrar que seu acompanhamento preferido é o limão, ingrediente chave da nossa mundialmente aplaudida caipirinha! Quer mais? De tão versátil, só pode ser brasileiro. Afinal, nós somos o povo do jeitinho! E o quibe é chegado num jeitinho...

Pelo direito de comer (e viver) em paz

8.7.13


Em que momento paramos de comer por prazer e passamos a dissecar tudo o que entra (ou não) em nossos pratos? O que aconteceu para que nos tornássemos tão obcecados com gorduras, carboidratos, fibras e sódio? Por que, de repente, virou essencial ler os rótulos dos alimentos? E o que motivou essa categorização de alimentos em bons ou maus?

Para mim, são todas perguntas sem respostas. Mas, ainda que não conheça os porquês, posso sim dizer que todas essas questões se encaixam, infelizmente, nessa tendência (atual) grotesca de controlar o que comem as pessoas ou, pior, nessa mania de fazê-las sentir-se mal por não serem magras.

Pessoalmente, sempre lutei para ter um corpo bonito. Não tem sido uma luta cega, afinal, comer coisas que me dão prazer ainda é muito mais importante do que ser magra. Ainda assim, em vários momentos, principalmente quando é hora de colocar o biquíni, sinto-me mal por não ter malhado mais, por não ter feito aquela dieta da moda ou por ter deixado novas celulites se instalarem (definitivamente) em minhas pernas.

Mas estou farta disso. Estou farta de achar que deveria ter o corpo das meninas que saem nas capas das revistas. Até porque, mesmo as mais lindas, são vítimas do photoshop! Se elas, tão magras e perfeitas, precisam de retoque, o que dizer de uma pobre mortal como eu?

Afrodisíacos

4.7.13


Eles eram simples cogumelos Paris, acostumados a uma vida de mesmices. Num dia, adornavam omeletes sem graça, daquelas feitas às pressas só para matar a fome repentina na calada da noite; noutro, boiavam dilacerados em meio ao caldo suculento do estrogonofe de domingo. Isso quando não eram sufocados em meio a camadas de carne, salada e pães requentados, em hambúrgueres de um palmo de altura.

Assim, a vida seguia. Até que, um dia, apareceu uma oportunidade única, irrecusável. E os desprezados cogumelos viram ali a chance de reescrever o futuro da categoria.

O segredo

4.7.13

Bolo de cenoura da Fer

2.7.13

Tem certas coisas que marcam nossa vida para sempre. No meu caso, muitas dessas coisas são comidas. Assim como a música (outra de minhas paixões), certos pratos são a cara de diferentes momentos da minha existência. Mas é claro. Tem sempre aqueles clássicos culinários que vão bem em qualquer ocasião. E o bolo de cenoura é um desses.

Ele pode ou não ter calda de chocolate (se tiver, que seja abundante). Ele pode ser assado em um tabuleiro retangular, com cara de velha guarda, ou em forminhas de cupcake, bem modernoso. Não importa a apresentação. Ele é e sempre será um clássico.

Obcecada

1.7.13

Não sei como, nem quando começou. Só sei que virou uma obsessão. No início, tinha aquele jeitão de “faço porque quero ser a esposa perfeita” – com certeza, em algum momento em que andava de bem com o sexo oposto – ou talvez tenha pensado em algo como “faço porque é aquilo que toda mulher deve fazer” – resignada com o papel feminino na sociedade. Mas, graças a Deus, a coisa mudou de figura. Até porque nenhum desses motivos é realmente merecedor de tanto esforço e dedicação. Hoje, minha máxima é apenas “faço porque gosto de como me faz sentir”.
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