Carbonara perfeito

29.8.13

Queridos, hoje quem vos escreve é uma cozinheira desesperada. Desesperada pela receita perfeita de carbonara.

Há anos faço essa massa em casa. E, cada vez, testo uma versão nova. No entanto, ainda não achei A receita, sabe?

Frustante as hell!

Geleia de morango

27.8.13

Poucas coisas me dão mais prazer do que fazer minha própria comida. Bom, tem uma coisa mais prazerosa: fazer minha própria comida e ver que ela ficou deliciosa! Hum...

Nem sempre isso acontece, é verdade. Já andei choramingando aqui sobre isso... Mas, voltando ao assunto! Nada mais gostoso do que preparar um prato, comprar os ingredientes, colocar uma receita pra funcionar.

Mas acabo de descobrir que há comidas e comidas, prazeres e prazeres.

Romeu e Julieta

22.8.13

Não estou aqui para falar daquele amor puro, avassalador, maior do que qualquer rixa entre dois adolescentes shakespearianos. Aquele amor que atravessa os séculos e continua imbatível - ainda que seria ótimo falar disso. Ótimo porque, quem sabe, traria à tona meu lado Poliana, que anda bem abatido.

Também não estou aqui para falar do amor de Daniela Mercury por outra mulher. Elas, com certeza, sabem bem o que fazem (e têm todo o direito do mundo de serem felizes).

Estou aqui para falar de um amor que nasceu na cozinha, entre dois ingredientes até então sem fama e que mudou o rumo das sobremesas no Brasil.

A história de amor do queijo com a goiabada.

Minha casa, minha vida

21.8.13

Muita gente já viu pelo meu facebook.

Mas vou usar meu blog para fazer propaganda. De novo.

Lambança

20.8.13

Tem horas em que dá vontade de sentar e chorar. Não digo desistir, porque aí também é muito radical. Afinal de contas, estou falando de algo que é mais do que um sonho. Estou falando de uma obsessão. Mas minha falta de profissionalismo me irrita. É impressionante como faço pratos feios e cometo erros básicos. Até hoje.

Isso tem me tirado do sé-rio. Tem horas em que acho que é um sinal de que devo abandonar a cozinha. Sente só.

Pão de abóbora para impressionar

15.8.13

Daqui a pouco vocês vão achar que alguém está me pagando para falar bem da abóbora. Mas não. Simplesmente rolou uma coincidência. Ao ver aquela torta de abóbora exótica, tive que experimentá-la. Tenho certeza de que vocês me entendem. E depois veio esse pão de abóbora, que mais parece um bolo, com uma cobertura de cream cheese.

O mais legal desta receita é que, apesar de se tratar de um pão, você não precisa sovar a massa e nem esperá-la crescer. Você usa apenas a batedeira. E pronto.

La Chaumière

13.8.13

Puf! Morri. Morri e fui parar no céu. No céu culinário. Tudo culpa do La Chaumière. Por que você foi entrar na minha vida?

Agora, acabou. Não terei mais sossego enquanto estiver viva. Para mim, era só mais um jantar. Sabe? Aquela coisa de só mais uma refeição legal. Mas não...

Brusqueta desconstruída

11.8.13

Na hora de receber amigos em casa, sempre fico indecisa quanto ao que servir. É o mesmo dilema, over and over. Que prato é, ao mesmo tempo, prático e cheio de sabor? Lembrando que detesto gastar horas na cozinha.

Confesso que não é tarefa difícil. Hoje, na internet, é possível encontrar rapidamente dicas nesse sentido. Tem muita sugestão boa por aí. O problema é você testar a receita bem no dia do evento. E se a coisa desandar?

Por isso, acabo repetindo pratos de sucesso garantido. Até que me canso das velhas receitas e arrisco algo novo (que não pareça de execução complexa e gosto duvidoso).

Torta de abóbora para adultos

6.8.13

Não. Ela não é feita com ingredientes afrodisíacos. Muito menos seu formato é fálico. Que mente poluída, hein? Eu só quis dizer que ela não tem um sabor infantil. Sabe como é? Não poderia ser servida em festa de criança. Algo desse tipo.

Mas aguenta aí. Quero contar a história desde o começo.

Diversão mexicana

5.8.13

Acho que foi por causa do boxe. Depois que comecei a socar o professor duas vezes por semana, passei a curtir essa coisa de luta. Na verdade, sempre fui tomboy ou Maria-tomba-homem, segundo o Wikipédia (Choquei. Confesso que nunca ouvi esse termo antes. Credo. Maria-tomba-homem soa horrível).

Sempre peitei meninos e meninas, passei a infância disputando espaço e poder na escola e na rua e adoro comandar qualquer grupo de qualquer coisa. Eu sei. É feio. Mas eu sou assim (tudo bem. Dei uma amenizada nesse lado selvagem, mas ainda sou chegada a uma liderançazinha).

Com certeza, foi esse amor recente pelas lutas que me influenciou a reservar espaço na agenda, durante a visita à Cidade do México, para assistir à lucha libre, uma forma de wrestling profissional.

A saborosa e perigosa comida mexicana

1.8.13

Quem me conhece bem sabe que meu restaurante favorito da cidade é o El Paso Texas, de comida mexicana (hoje rolam uns pratos peruanos também). Gosto tanto que já cheguei a frequentá-lo três vezes por semana. Como se fosse a casa da minha mãe e eu estivesse passando lá para filar uma boia.

Os garçons me conhecem. Sabem em que parte do restaurante me sento. Sabem de memória o que bebo (mojito, ontem, hoje e sempre!). E não se esquecem de que gosto mesmo de atacar o bufê (para isso, já têm preparado aqueles potinhos brancos para que eu coloque meu cativo sour cream e o guacamole imperdível). Se não for dia de coma-até-explodir (a la Dona Redonda, de Saramandaia), também se recordam do prato que costumo pedir. Enfim, atitudes típicas de uma viciada previsível.

Imaginem só a minha empolgação a chegar ao México, lar dos meus pratos favoritos! A chance de experimentar in loco todas as maravilhas que tão bem fazem ao meu estômago! É claro que não perdi tempo.