Cookie Triplo de Chocolate

26.11.13

Minha mãe quer que eu case.

É verdade. Ela quer. Eu também (que fique claro).

Confissões à parte (e por acaso alguém ainda não sabia desse meu sonho?), eu quis trazer à tona, na verdade, a história do filme que leva esse nome. Bobinho, eu sei. Mas romântico e fofo como nós mulheres adoramos. História de amor misturada com paixão pela cozinha. Tem como ficar melhor? A melhor parte é quando a "solteirona" decide assar uma fornada de cookies antes de sair para o primeiro encontro com um cara.

Bolo de cenoura basicão

23.11.13

Eu estava inspirada. Animada com a noite que se aproximava, cheia de boas promessas. E foi melhor do que eu imaginava.

Mas a gente já sabe dessas coisas. Não precisa de confirmação. No meu caso, é só analisar meu grau de empolgação na cozinha. Se for alto, sinal de coisa boa. Muito boa.

Torta de alho caramelizado

16.11.13

É assim. Um belo dia você, despretensiosamente, prova um prato. Escolheu ele entre dezenas. Centenas. E aí você se apaixona. Que comida! A melhor comida da sua vida!

Começa como um lance. Depois, vira romance. E termina como amor. E você nunca mais consegue de parar de pensar nele. Quer repeteco. Quer que ele vire rotina e faça parte do seu dia a dia. Para todo o sempre. Vocês são um casal perfeito. Perfeito. Dá até raiva.

Até que, um belo dia, também despretensiosamente, você prova outro prato. E aí o bicho pega.

Sopa de ossobuco com cogumelos

11.11.13

Não sei se já falei aqui, mas detesto sopa. Quer dizer, detestar é uma palavra muito forte. Eu não curto sopa. Não rola. Afinidade zero. Sabe quando duas pessoas não se entendem? Quando a energia não flui? Pois é. É bem assim nossa relação (ou falta de).

Para mim, ela tem cara de comida de doente (e confesso que ela deve me achar uma tremenda de uma sem noção). Mas, graças ao Deus da sopa (ou a quem inventou o prato), há exceções.

Salada de abacate e camarão

3.11.13

Sempre tive birra com abacate. Quer dizer. Comecei a ter depois que meu pai passou a me dar vitamina de abacate pelas manhãs. Eu detestava. Muito. Desde o primeiro dia em que provei.

Ele não acreditava. Não ligava para os meus sentimentos (com relação à vitamina de abacate, que fique claro). Até o dia em que eu vomitei toda a vitamina bem ali, na cara dele. Desse dia em diante, nunca mais fui obrigada a tomá-la. Anos e anos se passaram e o abacate permaneceu riscado da minha lista alimentar. Até o dia em que conheci a comida mexicana.