Une quiche s'il vous plait

27.1.14

Acostumada (eu, Ana Fabre) a circular segura e livremente pelo mundo dos bolos, cookies e outros doces, resolvi me desafiar e me aventurar em terras salgadas – sem apelar pra massa ou risoto, porque aí não conta, né?! E decidi que seria algo digno de exposição em vitrine das mais elegantes brasseries! Foi daí que veio a ideia da quiche. Além de deliciosa e versátil, porque pode ser feita com zilhões de recheios, sempre achei “phyno” e “rhyco” pedir uma quiche, imagine servir em casa. Trés chic! E sabe o melhor? É fácil demais fazer uma quiche! Oh la la, fantastic! Eu fiz a quiche mais tradicional e francesa de todas, a Lorraine.

Labneh incrementado

25.1.14

Quem vê pelo título acha que eu sou especialista em Labneh e que a receita de hoje é uma versão exótica e alternativa à que sempre faço. Mentira pura.

É a primeira vez que faço Labneh (para quem não sabe, ele é quase uma coalhada seca, muito popular nos países árabes, e serve de antepasto ou para cozinhar com outros pratos). Quer dizer. É a primeira vez que faço qualquer tipo de queijo.

Iogurte grego

22.1.14

Até bem pouco tempo atrás, era impossível tomar iogurte grego no café da manhã. Pelo menos, aqui em Brasília. Agora, eles estão ali, na gôndola dos frios, ao lado do Yakult, ganhando cada vez mais espaço. Acho ótimo!

Ele é muito melhor do que o iogurte tradicional. E isso porque o iogurte grego vendido aqui não chega nem aos pés, em termos de qualidade e sabor, do que encontramos lá fora. Tudo bem. Já é um começo. Daqui uns 10 anos, vamos ter algo melhor (tomara!).

Salmão com crosta de pistache e chia

22.1.14

A receita de hoje é da Sheylinha, minha amiga-jornalista-corredora que tem se arriscado bastante na cozinha (e tem mandado muito bem)!

O amor e as expectativas

16.1.14

O ano começou com aquela agitação de sempre. Mil planos pela frente e uma vontade sem igual de realizá-los. São 365 dias. 365 dias para fazer tudo diferente. Ou mudar algumas coisas. Dar uma chacoalhada na rotina.

A meta de se alimentar melhor e fazer exercícios regularmente continua em pauta. Tem também aquela vontade de viver com menos. Ser mais espiritualizada. Não estressar com as pequenas coisas. Ter paz. E o que dizer das viagens (dos sonhos ou aquelas que aparecem e você se joga)?

Tapenade de azeitonas e figos secos

12.1.14

Em mais uma das comemorações de fim de ano, que se resumem a comer até passar mal, algo como uma pré-maratona para o grande dia, vi-me sem saída. O que fazer de entrada?

O que seria diferente do dia a dia, ainda assim simples (ou seja, que não me roubasse ainda mais tempo da minha apertada rotina) e além de tudo sofisticado o suficiente para combinar com as festinhas pré-Natal? Mais uma vez, o Simplesmente Delícia me salvou.

Uma salada preguiçosa

3.1.14

Eu comecei o ano lenta. Não no sentido pejorativo da palavra. Mas lenta no sentido de me permitir ficar à toa, descansar mesmo e não passar os dias cumprindo compromissos.

É um pouco assustador, pois, como vivo correndo, tendo a me sentir inútil. Mas, neuras à parte, estou bem. Feliz de ficar jogada na minha cama. Feliz por poder ver TV, dormir a qualquer hora do dia, alimentar o blog... Feliz.

Maionese caseira

2.1.14

Gente, 2014 chegou! Com tudo! Deu pra sentir pela noite de Reveillon! Rs!

Muito ânimo, boas risadas e ginga de sobra (tudo bem, o energético ajudou)!

Seja como for, sinto que comecei com o pé direito - e com o vigor necessário para fazer as coisas acontecerem.Agora é não esmorecer e lutar pelos meus sonhos!

E um dos meus sonhos é aprender a cozinhar pratos novos, conhecer novas técnicas, aperfeiçoar as antigas... Deus ajude!