Bolo de maçã com mel

24.1.15

Então me explica. Explica como um bolo pode ser tão simples e tão bom. Porque foi isso o que senti ao provar esta receita da Rita Lobo.

Sério. Tão diferente. Tão único. Ao mesmo tempo, tão simples. Com ingredientes básicos, comuns. É a mágica da mistura. A mágica da cozinha. Em que o todo é mais forte do que o individual. Em que a combinação, quando bem feita, ganha protagonismo.

Cookies saudáveis pé nas costas

19.1.15

Você vai me agradecer. Esta é a receita mais simples do universo. E com ingredientes básicos, fáceis de conseguir. Aliás, são apenas dois: banana e aveia.

O melhor de tudo é que esta receita é planeta friendly! Você aproveita aquela banana quase preta, que muita gente tem nojo de comer (e que costuma parar na lata de lixo). E fica pronto em dez minutos!

Popover de gruyère

18.1.15


Você talvez nunca tenha ouvido falar de popover. Está perdoado. Eu mesma, que amo cozinhar e adoro uma novidade, também só fiquei conhecendo esse querido há pouco mais de um ano. Graças ao Pinterest (obrigada, mais uma vez!).

Eles são uma invenção americana que não chegou ao Brasil. Uma espécie de bolo macio, leve e oco (tá aqui o seu diferencial). Pense em um suflê que inflou insanamente dentro do forno e depois murchou! É isso aí.

Raspadinha de morango

13.1.15

Eu tentei pesquisar as diferenças entre sorvete e sorbet. E acabou que me embananei ainda mais.

Tudo bem.

Sorvete leva leite ou creme de leite. É mais espesso. Consistente. Gorduroso (ai, que delícia!).

O sorbet levaria água e fruta.

Mas como fica a receita que leva a fruta, mas usa iogurte, em vez da água?

Cogumelos assados com pesto

12.1.15

O post de hoje é mais uma dica do que uma receita propriamente dita. Porque tudo o que você tem a fazer é juntar cogumelos com pesto e assar. Fácil, prático, saudável, saboroso. E, como já tinha pesto em casa, foi mão na roda.

A dica é da Bela Gil.

A diferença é que ela fez um pesto especial para rechear esses cogumelos - que é interessantíssimo e ainda vai ser testado por mim. Interessante porque ele não leva queijo, nem nozes. E ainda assim parece perfeito! Se você tiver pesto em casa, faça com o que tem.

Biscoito amanteigado de chocolate

11.1.15

Biscoito é legal. Ajuda a matar a fome rapidinho. De uma maneira divertida (e, às vezes, saborosa). Acho que é por isso que a gente tem sempre algum guardado no armário.

O problema é que eles são pequenas bombas. Principalmente, os recheados. Vêm carregados de açúcares, gordura saturada e com aditivos associados à hiperatividade e ao déficit de atenção. Credo. E tem quem ache que ir ao supermercado é uma coisa segura.

Suco verde

9.1.15

De sorriso a careta (uma bem feia). Meu rosto se transformava radicalmente ao ouvir falar em sucos verdes. Couve bebível? Eca.

Couve, pra mim, só refogada com muito alho e cebola (acompanhada por uma farofinha amanteigada, feijoada, arroz branco soltinho, laranja...). Mas é impressionante como as coisas mudam toda vez que nos dispomos a deixar de lado os preconceitos.

Lisboa: legal, com asterisco

7.1.15


Eu sei de muita gente que vai fazer cara feia para este post. Mas fazer o quê? Paixão não se explica. E eu simplesmente não consigo amar Lisboa. Estive lá poucas vezes, é verdade. Nada que desse pra formar uma opinião definitiva sobre o local (será que isso é possível?). Ainda assim.

Hoje, gosto mais do que gostava antes, verdade. Mas gosto normal. Não amo.

Pasta de berinjela ou babaganoush

7.1.15



Rei. O Ottolenghi é meu rei.

Todas (absolutamente to-das) as receitas dele são perfeitas. Temperadas na medida. Feitas para ressaltar o sabor do ingrediente principal. Cheias de ervas e temperos naturais. Pouco (ou nada de) leite, pouca (ou nada de) gordura. Muita coisa vegetariana. E sabe? Estão entre os pratos mais diferentes e saborosos que já provei na vida.

Então, como não amar?

Crostinis para impressionar

5.1.15


Sempre gasto horas pensando sobre o que servir de entrada. Isso porque gostaria de montar alguma coisa com uma linha de raciocínio, que fizesse sentido do início ao fim. Aquela coisa harmonizada, sabe? Só que sou um fracasso nisso. Meus menus são completamente nonsense.

Então, sabendo da minha limitação, acabo correndo atrás de coisas novas e gostosas - que, muitas vezes, não se dão bem juntas. Fica meio psicodélico, mas tudo bem.

Uma ceia imperdível

3.1.15



Eu sei. Estamos em janeiro e este papo de ceia parece velho. Mas antes tarde do que nunca, né?!

A verdade é que se eu tivesse testado esta receita antes, teria postado imediatamente no blog para, quem sabe, ajudar uma alma em pânico com o preparo do peru ou doida por uma ceia nova. Enfim.