Bolo de rosas e semente de papoula

30.1.16

Eu estava atrás de um bom e simples bolo de chocolate. Para matar aquele desejo que quase diariamente nos consome.

Resolvi abrir um livro novo, só de bolos, atrás da bendita receita.

E eis que, na segunda virada de folha, encontro uma pérola. Um bolo delicado e feminino com água de rosas e semente de papoula. Para comer com os olhos.

Logo mudei de rumo e adaptei meu desejo!

Grão de bico crocante

29.1.16

Eu sou uma obcecada. Melhor jogar a real logo. Quer dizer, que tolinha. É claro que vocês sabem que eu sou assim. E mesmo quem não me conhece só precisa ler o nome do blog para descobrir tudo.

E essa minha obsessão é feita de fases. A loucura pela cozinha existe há anos, mas tem aqueles ingredientes que, de repente, tomam conta do meu coração e me deixam monossilábica.

Já vivi fases de limão, risoto, chocolate, abóbora, iogurte caseiro, berinjela, labneh... E agora ando ligadíssima no grão de bico. Ele é tão, mas tão versátil! Dá para fazer até brownie com o bendito (e a água do cozimento faz merengue vegano. É mole?).

Salpicão quase vegano

5.1.16

Antes que você decida me sacanear, ele é quase vegano por preguiça minha. A receita original, da fofa Tati Lund, é vegana, vegana, vegana.

O lance é que eu nunca provei tofu defumado. E fiquei com medo de colocá-lo e acabar jogando a receita toda fora. E, confesso, também rolou uma preguiça louca de procurar onde vende tofu defumado.

De qualquer forma, minhas intenções eram ótimas!

Mejadra

5.1.16

Uma das coisas mais legais da gastronomia é seu poder de se reinventar. Há tantas formas de preparar um mesmo ingrediente que fica difícil enjoar de qualquer coisa.

Agora, fugir da rotina é para os fortes. Não é todo mundo que encara com prazer o lado criativo da culinária. Porque, para isso, é preciso deixar a preguiça de lado. E ousar. É preciso perder o medo. De tentar. E, quem sabe, errar.

A verdade é que nos acostumamos com determinadas formas de preparação ou aprendemos a gostar de um determinado tipo de preparo (também, claro, passamos anos e mais anos comendo tudo do mesmo jeitinho). E aí ficamos engessados, cozinhando as mesmas coisas da mesma forma.

É por isso que amo inovar! Amo o que é diferente! Amo o que é exótico!